Mês 1
- Saldo inicial
- R$ 2.105.761
- Correção
- R$ 7.738
- Juros
- R$ 27.475
- Amortização
- R$ 8.806
- MIP
- R$ 740
- DFI
- R$ 325
- Adm.
- R$ 25
- Prestação
- R$ 37.371
- Saldo final
- R$ 2.104.693
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Altere qualquer campo. Os valores padrão são referências de mercado, não cotação: confira taxa, IOF, seguros e despesas na data da sua operação. Nada é gravado e nada é pedido em troca.
Líquido que entra na conta
R$ 2.000.000
Primeira prestação
R$ 37.371
CET ao mês
1,83%
CET ao ano
24,27%
Operação
Custos e encargos
Prestação total mês a mês
Prestação total — mês 1: R$ 37.371
Composição do saldo devedor
Tabela de amortização
Mês 1
Mês 2
Mês 3
Mês 4
Mês 5
Mês 6
Mês 7
Mês 8
Mês 9
Mês 10
Mês 11
Mês 12
Meses 1–12 de 240
Como chegamos nesse número
O ponto de partida é o principal contratado. Com o gross-up ligado, o principal é elevado até R$ 2.105.761 para que, depois de deduzir IOF e despesas, o líquido entregue seja exatamente o que a empresa precisa.
Sobre esse principal incidem o IOF de 3,38%, que soma R$ 71.175, e as despesas cartoriais e de registro de 1,50%, que somam R$ 31.586. A tarifa de avaliação do imóvel, R$ 3.000, é um valor fixo e entra na mesma dedução. O líquido que chega à conta é R$ 2.000.000.
A tabela de amortização é montada em SAC. Em SAC a amortização é constante e a parcela cai ao longo do prazo; em Price a parcela é constante em termos nominais e a composição entre juros e amortização é que muda. Como a operação é indexada ao IPCA, o saldo devedor é corrigido antes de calcular juros e amortização, à taxa mensal equivalente de 0,3675% derivada de 4,50% ao ano. Por isso a parcela sobe mesmo em SAC.
A cada mês a prestação soma cinco parcelas: juros sobre o saldo corrigido à taxa de 1,30% a.m., a amortização do principal, o seguro MIP de 0,0350% aplicado ao saldo devedor do mês, o seguro DFI de 0,0065% aplicado ao valor de avaliação do imóvel — valor fixo de R$ 325 por mês — e a taxa de administração de R$ 25. O MIP cai com o tempo porque o saldo cai; o DFI e a administração não.
O CET não é a taxa de juros. Ele é a taxa que iguala, na data zero, o líquido efetivamente recebido — R$ 2.000.000 — ao fluxo de todas as 240 prestações totais. É a TIR desse fluxo: 1,83% ao mês, equivalente a 24,27% ao ano. A diferença entre a taxa nominal de 1,30% e o CET mensal é exatamente o peso de IOF, despesas, seguros e tarifas.
No prazo inteiro a empresa devolve R$ 8.124.086 por R$ 2.000.000 recebidos, o que corresponde a um custo total de R$ 6.124.086 em termos nominais, sem desconto a valor presente e sem projeção de reajuste além do indexador informado.
Fonte: cálculo próprio a partir dos parâmetros informados nesta tela. Valores padrão são referências de mercado e devem ser conferidos na data da operação.
As informações e simulações apresentadas neste site são de caráter informativo e educacional, estão sujeitas a confirmação e podem ser alteradas por mudanças na legislação e nas normas de mercado. Nada aqui constitui proposta firme, recomendação de investimento ou compromisso de resultado.